sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Destaques: séries que nasceram em 2017

Vocês acharam que eu não ia rebolar minha bunda hoje, né? a gente não fosse postar mais nada esse ano, né? Pois muito que bem, semana passada trouxemos algumas séries que se foram em dois mil e dezessete. Mas como a vida tem duas vias, dois mil e dezessete trouxe também outras séries/minisséries, e nós fizemos uma listinha com as melhores. Vale lembrar que não estão por ordem de preferência e que é a nossa opinião. Porque é aquilo: fim de ano sem lista de melhores séries não é fim de ano. 


Se a gente não começasse com 13 Reasons Why (Netflix), essa lista estaria toda errada. 13RW é uma série homônima adaptada por Brian Yorkey e Diana Son. Ela se desenvolve sobre a personagem Hannah Baker (Katherine Langford), uma jovem que está no auge do ensino médio, mega descolada, popular e bonita (porque depressão não segue um estereótipo e pode acontecer com qualquer pessoa), que devido ao bullying que vinha sofrendo pelos amigos, comete suicídio, deixando sete fitas cassetes, numerando treze motivos, cada qual em um lado, do porquê de ter tirado a própria vida. Não é uma série divertida, não é uma série engraçada, não é uma série romântica, não é uma série aonde você vai shippar casais, é uma série triste, uma série horrível, com um assunto perturbador, mas daí você se pergunta do porquê ela ser uma das melhores do ano. E nós respondemos, caro leitor, a pauta da série é um assunto que precisava ser abordado, simples assim. 



Dando sequência temos Atypical (Netflix), uma dramédia que leva como pauta um assunto muito importante de forma simples e descontraída. A série se desenvolve sobre a vida de Sam, interpretado por Keir Gilchrist, um garoto diagnosticado com Autismo que prestes a chegar a idade adulta, passa a sentir certas necessidades e curiosidades para descobrir quem realmente é, descobrindo mais sobre sua personalidade e também sobre suas limitações. E como todo bom drama, a série toca muito no assunto família, e como a mesma reage com a doença do personagem principal. A série é distribuída por doses certeiras de drama e comédia, dando o tom perfeito e necessário, logo que ter o Transtorno do Espectro Autista como tema poderia gerar polêmica. Além de Gilchrist, o elenco da série é composto por Jennifer Jason Leigh, Brigette Lundy-Paine, Amy Okuda, Michael Rapaport, Graham Rogers e Jenna Boyd.



The Sinner (USA Network) é adaptação do livro de mesmo nome de Petra Hammesfahr, que conta a história de Cora, uma mulher aparentemente tranquila, que misteriosamente comete um crime, um assassinato do nada e com inúmeras testemunhas. E a premissa da minissérie é essa, ela segue os eventos que acontecem depois que a jovem mãe mata alguém em público, mas não tem ideia do porquê ela fez isso, o que instiga a nossa curiosidade é justamente a motivação do crime e é na busca a essa resposta que a história será centrada, por tabela explodindo a mente dos telespectadores. E spoiler alert, o desenrolar da história é maravilhoso. O elenco é composto por Jessica Biel, Christopher Abbott, Dohn Norwood, Abby Miller e Bill Pullman.



Aos quarenta e cinco do segundo tempo, no início de dezembro, foi lançada a série Dark (Netflix). De produção alemã, com os gêneros suspense e terror a mais nova série do streaming que a gente mais respeita tem dando o que falar. A história se passa em uma pequena cidade alemã e se desenvolve sobre a vida de quatro famílias. A série trabalha com três, na maioria das vezes, marcas temporais, 1953, 1986 e 2019. Sem muito spoiler, a série aborda muito sobre viagem no tempo, religião, assassinato, e desaparecimento de crianças, temas que não são fáceis de digerir. Mas é uma série que vale muito a pena. A trilha sonora, a paleta de cores da série é um casamento perfeito, é uma coisa linda de se ver! A história se mantém em ótimo ritmo, revelando o suspense aos poucos, não é uma série que enrola até a season finale, vai dando tudo em doses certeiras e homeopáticas. O elenco principal tem nomes como Louis Hofmann, Oliver Masucci, Jördis Triebel e Maja Schöne.



Depois do sucesso de The Big Bang Theory, os produtores da CBS que são muito dos malandrinhos, criaram um spin-off sobre o melhor personagem da série, só que em sua versão mirim. Em Young Sheldon, vemos Jim Parsons narrando os acontecimentos que marcaram sua infância. Alguns acontecimentos que Sheldon comentou nas primeiras temporadas de TBBT. A série foi toda pensada sob a visão do Sheldon adulto, é impossível não assimilar as duas séries. Iain Armitage dá vida ao pequeno Sheldon, o que foi uma escolha incrível e feita pelo próprio Jim Parsons. Além do pequeno Iain, temos Zoe Perry como Mary, mãe do Sheldon, o que é bem interessante, logo que ela é filha de Laurie Metcalf, atriz que interpreta Mary em TBBT. A entrega da personagem e a relação que ela tem com o filho é um dos pontos mais interessantes da série. Raegan Revord, Montana Jordan e Lance Barber também fazem parte do elenco. É uma trama emocionante, além de engraçada e família, sem sombra de dúvidas é uma das melhores séries desse ano. 



The Good Doctor (ABC) fica por conta de Shaun Murphy, um jovem cirurgião diagnosticado com Autismo e Savantismo, que é interpretado por Freddie Highmore. Em TGD, Shaun integra o departamento de pediatria de um Hospital muito prestigiado, onde ele usa seus talentos para salvar vidas e principalmente desafiar a descrença e preconceito dos seus colegas, já que ele está dentro do Espectro Autista. The Good Doctor é um remake americano de Good Doctor, dorama coreano produzido pela KBS, sendo a primeira kdrama adaptado para as televisões americanas, mostrando não somente o crescimento da popularidade, mas também o interesse do público internacional e dos criadores de conteúdo que enxergam a qualidade nas produções sul-coreanas.



Josh Schwartz e Stephanie Savage, que são os criadores de “The O.C.” e “Gossip Girl” séries que foram choque de monstro nos anos dois mil (não que sejamos tão velhos assim), uniram suas mentes e criaram Dynasty (The CW), baseada em uma série homônima que tornou uma das maiores audiências da TV norte-americana nos anos oitenta, retrata conflitos familiares. E nos primeiros segundos do episódio piloto conhecemos Fallon Carrington, interpretada por Elizabeth Gillies. Na trama Gillies vive a filha do milionário Blake Carrington (Grant Show), que fica frustrada e revoltada ao saber que o pai vai se casar com a secretária Cristal Flores (Nathalie Kelley) e que não vai promovê-la ao cargo que ela sempre sonhou dentro da empresa da família. A rivalidade entre Fallon e Cristal é uma das melhores coisas da série. E acredite ou não, o gênero da série é drama, mas é impossível não se pegar as gargalhadas assistindo esse hino de série.



Como já foi mencionado aqui no Blog: de nerd e de geek todo mundo tem um pouco. E não é que vamos novamente divulgar e enaltecer outra produção que saiu das famigeradas HQs? E dessa vez vamos falar sobre The Gifted (Fox), criada por Matt Nix, é baseada na história dos X-Men, do Universo Marvel. A história se inicia com dois adolescentes, Andy e Lauren, que após um incidente no Colégio descobrem ser mutantes. O que vai influenciar não só na vida deles, mas também de toda a família que terão suas vidas mudadas completamente. A família se vê presa em um universo onde as leis contra pessoas com habilidades são mais rigorosas, sendo perseguidos e tudo mais, restando apenas a opção de se abrigarem com um grupo de mutantes que também estão fugindo e juntos irem combatendo o Serviço Sentinela. Em diversos momentos somos apresentados e agraciados com uma explosão de referências do Universo X-Men




Big Little Lies (HBO) é uma adaptação de um livro homônimo e também leva como pauta um homicídio, tendo como o gênero suspense. A história da minissérie se desenvolve sobre a vida de três mulheres, Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman) e Jane (Shailene Woodley), cujos filhos fazem parte do primeiro ano de um mesmo Colégio. Competição, frustrações, conflitos conjugais, feminismo e girl power são os principais assuntos abordados na minissérie, que em contrapartida corre paralelamente a uma investigação policial, logo que o enredo se passa em duas marcas temporais: antes e depois do suposto homicídio. E é esse o porquê do título da série, as tais grandes e pequenas mentiras, revelando quem é a vítima, o porquê do assassinato e como foi. Um suspense que abraça real o enredo da história. 



Por último, e nem por isso menos importante, dando continuidade a essa vibe de HQs e produções homônimas, vamos falar de outra série do Universo Marvel, outra parceria da Marvel com a Netflix, que seguiria os passos das séries irmãs e que seria sucesso na certa. Claro que não poderíamos deixar de fora o proprietário da segunda temporada de Daredevil e gerando um spin-off sobre o mesmo: Frank Castle (Jon Bernthal) ou Justiceiro. The Punisher gira em torno de Frank, que usa métodos letais para combater o crime, e a premissa do personagem é parecida com a que nos é apresentada em Daredevil, o personagem é assombrado e por lembranças sobre o assassinato de sua família, com a diferença de que as histórias são mais aprofundadas, com mais detalhes, revelando o porquê de Frank ser do jeito que é, o que aconteceu antes de perder a família, quem está por trás dessa tragédia e o motivo de terem feito tamanha barbárie. 




E a menção honrosa fica por conta para uma das séries mais aguardadas de dois mil e dezessete, série essa que abordaria o Universo Marvel, porque embora a gente ame DC Comics, nem só de DC o homem viverá. Sem mais delongas, The Defenders (Netflix) contaria e/ou continuaria a história de Matt (Daredevil), Jessica (Jessica Jones), Luke (Luke Cage) e de Danny (Iron Fist). E poderosíssima como a espada de um samurai, a série se inicia meses depois após os últimos acontecimentos da season finale da segunda temporada de Daredevil, e no ponto exato de onde as séries anteriores pararam. A série consegue unir as pontas deixadas nos últimos episódios das quatro séries, de uma forma sutil e nada forçada. Em TD os quatro heróis unem forças para combater novas ameaças, novos inimigos e inimigos antigos, como a terrível Gao, de Daredevil e Iron Fist

E por hoje é isso, gente. Essa é a nossa lista! O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Boas festas e até ano que vem!!!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Que morte horrível: séries que se foram em 2017

Dois mil e dezessete está chegando ao fim, e se teve coisa que também chegou ao final esse ano foram algumas das nossas séries favoritas. Veteranas ou não, diversas séries tiveram suas respectivas produções e ciclos encerrados, e hoje separamos quatro dessas séries maravilhosas que partiram dessa para uma melhor.


Okay, okay, ladies, now let's get in formation. BEST SQUAD!
E começando pela caçulinha do grupo, SKAM (2015), produzida pela NRK, foi uma série teen que abordava diversos assuntos envolvendo os acontecimentos da vida de quase todo adolescente, como por exemplo, sexualidade, religião, relacionamentos e outros clichês que compõem essa terrível fase. Foram quatro temporadas, cada qual focando, desenvolvendo-se sobre um determinado personagem: Lisa Teige (Eva, primeira temporada), Josefine Frida Pettersen (Noora, segunda temporada), Tarjei Sandvik Moe (Isak, terceira temporada) e Iman Meskini (Sana, quarta temporada). O último episódio, intitulado “Takk for alt” foi ao ar no dia vinte e quatro de junho, e em cinquenta e nove minutos concluiu a história não só dos quatro protagonistas, mas também dos outros personagens. Foi tudo muito lindo. 



I'm still here, bitches. And I know everything. 
E continuando no clima de despedidas, com dose de saudade, depois de sete anos, uma das primeiras séries que começamos a assistir e nos tornamos fãs foi Pretty Little Liars (2010) ou apenas PLL. Criada por Marlene King, com seus erros e acertos, a série contava a história de seis, seis porque MONA ERA LIAR SIM, seis amigas (Alison, Aria, Emily, Hanna, Mona e Spencer). Tudo começa quando uma delas acaba desaparecendo, e um ano depois é dada como morta, aparecendo então seu corpo. As outras amigas então começam a receber mensagens ameaçadoras e anônimas, assinadas apenas pela letra “-A”. A série exibiu seu último episódio no dia vinte e sete de junho. Ainda vale lembrar que ‘duas pessoas podem guardar um segredo se uma delas estiver morta’.


Just one. I'm a few. No family, too. Who am I?
Claro que não poderíamos deixar de enaltecer e divulgar a maravilhosa atuação de Tatiana Maslany em Orphan Black (2013), de gênero ficção científica e drama, criada por Graeme Manson e John Fawcett. Maslany interpreta diversos personagens, cada qual com personalidades diferentes, levando ao telespectador a esquecer de que uma só atriz faz todos os personagens. Isso porque a série leva como pauta principal um projeto sobre a criação de clones, neovolução Tati arrasou tanto que em dois mil e dezesseis ela levou o Emmy de Melhor Atriz Drama. Sarah, Alison, Cosima e Helena, que são as personagens que mais aparecem, unem forças para tentar descobrir quem está por trás dos experimentos e de suas respectivas criações. A série teve seu último episódio no dia doze de agosto, depois de cinco temporadas. Que saudade do #cloneclub

The sun, the moon and the truth
Em quarto lugar, tivemos que dar tchau no dia vinte e quatro de setembro, depois de seis temporadas, para Teen Wolf (2011), criada por Jeff Davis e produzida pela MTV, a série é baseada em um filme homônimo de mil novecentos e oitenta e cinco. A trama se desenvolve sobre a vida de Scott McCall (Tyler Posey), um típico adolescente que tem sua vida virada de pernas pro ar ao ser mordido por um lobisomem. A partir daí, Scott precisa aprender a conviver e conciliar todos os dramas e clichês de um adolescente normal e ser um lobisomem beta. 

E por hoje é isso, gente. Caso vocês queiram ler mais sobre as séries, deixamos linkados algumas das resenhas sobre as mesmas aqui do Blog. 

O que vocês acharam? É aquele mesmo esquema: conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil no Instagram, também no do TV Time Show e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Legends of Super Flarrow: Crisis on Earth-X

Primeiramente, Fora Temer. Em segundo lugar a gente grita: QUE HINOOOOOOOOOOOOOO.
Nos últimos dias, nós que somos viciados em séries assumidos, tivemos o prazer de apreciar mais uma obra prima da The CW, ou simplesmente CW, que é muito da malandrinha e mais uma vez juntou as principais séries da emissora em um crossover babadeiro. Para quem não sabe desde dois mil e quatorze a CW vem produzindo crossovers entre suas séries do Universo DC e a fórmula tem dado certo, tanto que bateu a marca de melhor audiência da emissora norte-americana em seis anos. E assim como no ano passado em “Invasion!”, os heróis de Supergirl, Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow (nessa ordem), uniram suas forças em “Crisis on Earth-X”, e nós iremos relatar em um breve comentário, com o menor número possível de spoilers o que mais chamou nossa atenção.  


Diferente do ano passado, graças à Rao, o crossover começou no início do oitavo episódio de Supergirl. Com a chegada do casamento de Iris e Barry, e com os recentes acontecimentos em suas vidas em Nacional City, Kara e sua irmã Alex veem uma oportunidade de distração e/ou diversão em Central City, na Terra-1. Outro universo e vibes e tal. E tudo ia muito bem, teve um belo discurso do Joe, teve uma conversa entre Barry e Oliver sobre conciliar a vida “profissional” com a vida amorosa deles, teve até a Kara soltando a voz, e gente nosso coração gleek quase que não se aguentou. #MarleyRose. Enfim, como estávamos dizendo, tudo ia muito bem, até que veio o clímax do episódio, a invasão dos vilões da Terra-X. Tudo foi encaixando tão perfeitamente, que quando isso aconteceu podemos dizer que não deixou a desejar. Teve o James de outra terra morrendo, teve Alex e Sara se pegando. E ambas as coisas foi a gente que pediu sim. Dos quatro episódios, o de Supergirl é o nosso favorito!

Vilões da Terra-X
Pois muito que bem, na sequência, ficamos com o oitavo episódio de Arrow, com a parte dois do mega crossover. E nem é preciso dizer que o mesmo seguiu maravilhosamente bem, né? Com a revelação da identidade dos vilões da Terra-X, o gancho do fim do episódio anterior, foi uma coisa sensacional. Oliver e Kara da Terra-X mostraram pra que veio. Mas cá pra nós, trazer o Eobard Thawne, o Reverse Flash de novo foi bem arriscado, não entendemos o porquê da CW estar reciclando os vilões essa temporada, tipo o Damien Darhk em Legends DE NOVO, mas enfim deu certo, foi bom. Até. Agora trazerem o Tommy como Prometheus daquela Terra realmente a gente não esperava! #chocados

Ao chegarmos em The Flash, já estamos cientes de que ficar falando que o crossover está extraordinário tá ficando chato e repetitivo, mas vocês hão de convir que isso é fato. Tirando a parte em que nossos heróis estão na pior, no meio de uma guerra nazista, a volta de Wentworth Miller, que dá vida ao irreverente e irônico Leonard Snart, que agora prefere ser chamado de Leo, não poderia passar batido. Miller que assumiu sua homossexualidade em dois mil e treze, volta ao Universo DC com seu personagem gay, com nova personalidade e tudo mais. E pra melhorar, Leo tem um relacionamento com Ray, vivido por Russell Tovey. Eles indo embora de vez pra Terra-1 e aparecendo mais na série seria nosso sonho. Ahh, e nesse episódio pela primeira vez vemos a Iris fazer algo de útil na série. Mas como nem tudo na vida são flores, The Flash acaba com um trágico gancho para quarta e última parte.



Dando continuidade, em Legends of Tomorrow, e com o gancho de The Flash, infelizmente temos a  morte do Professor Stein, que fazia parte do Nuclear, com o Jax. Achamos uma puta falta de sacanagem, logo que nos últimos episódios de Legends of Tomorrow, a separação do Nuclear foi uma pauta muito discutida dentro da série, pois o eterno Professor Stein, queria poder voltar pra casa e curtir sua família, o que já era uma coisa esperada pelos fãs. Então a morte do personagem não é só chocante, como também é revoltante. Pois vejam bem, me matam a Laurel/Black Canary na 4° temporada de Arrow, agora matam o Martin, enquanto a Iris, que não tem poder/serventia alguma no team Flash segue viva, we are the Flash e sendo o mesmo porre de sempre. Partiu bater panela no portão da CW? Ressuscita o Martin e mata a Iris, que nem jornalista mais é, porque assim não podemos te defender, CW. Mas enfim, brincadeiras à parte ou não, temos que dar destaque para a personagem de Danielle Panabaker, o que foi a personagem da menina Caitlin nesses quatro episódios? Killer Frost foi uma das melhores coisas desse crossover. UHHHH GIRL, pisa menos, Snow!

E assim termina esse hino de crossover. Crossover poderosíssimo como a espada de um samurai, diga-se de passagem. Foi tiro atrás de tiro, literalmente. As cenas de lutas tinham uma sincronização perfeita. Os efeitos especiais durante as lutas foram incríveis. Cada herói lutando com sua sósia foi emocionante. Por falar nisso, as histórias dos personagens da Terra-X foram muito bem desenvolvidas/convincentes, em especial a da Supergirl/General.

Snart decidindo ficando na Terra-1, mesmo não fazendo muito sentido, nós adoramos. Será que Wentworth Miller vai voltar pro elenco fixo da série? Seria nosso sonho. Queremos ver a Alex e a Sara juntas de novo, e já estamos shippando, porque além das duas combinarem, foi também umas das melhores coisas desse crossover babadeiro. E o que dizer daquele hino de abertura personalizada? Falta muito para o próximo crossover? CW, que tal providenciar uma série crossover, gata? Pensa com carinho. 



E por hoje é isso, gente. O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil no Instagram, também no do TV Time Show e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Que hino: The Defenders

“Adivinha isso, adivinha aquilo. Preparem-se, garotas. Essa vadia voltou.” Phi Phi O’hara

E é citando um dos melhores e maiores reality shows do mundo, RuPaul's Drag Race, diga-se de passagem, que a gente inicia esse post, em um clima de season premiere hahahaha. E faz tanto tempo que não postamos, que até esquecemo-nos de como se inicia um post. 

Parafraseando um ditado conhecidíssimo ‘de nerd e de geek todo mundo tem um pouco’. Assumimos que somos nerds sim e que adoramos séries de heróis, ação e afins. Com isso em mente, depois de falarmos e enaltecermos todas as séries da DC Comics, sendo elas: ArrowThe FlashSupergirl e Legends of Tomorrow, e um breve comentário de um dos bebês da Marvel, Legion, chegamos à conclusão de que precisávamos falar mais um pouquinho da Marvel, porque é aquilo né mores: nem só de DC o homem viverá. E a gente gosta das duas. Então vamos expor, sem nenhum spoiler, uma das séries mais aguardadas de dois mil e dezessete.

Luke, Matt, Jessica e Danny
Pois muito que bem, em Julho de dois mil e dezesseis, o serviço de streaming mais amado no Brasil e no mundo todo, Netflix, em parceria com a Marvel, anunciou quem em meados de dois mil e dezessete, lançaria uma nova série que abordasse o universo Marvel, que contaria e/ou continuaria a história de Matt (Daredevil), Jessica (Jessica Jones), Luke (Luke Cage) e de Danny (Iron Fist). Na época, o público conhecia apenas a história de Matt e de Jones, ambas de dois mil e quinze. As demais séries ainda estavam por estrear. E assim nasceu The Defenders, criada por Douglas Petrie e Marco Ramirez, lançada no 18º dia de Agosto de dois mil e dezessete. Uma série crossover. Que bapho, né?!

Poderosíssima como a espada de um samurai, a série se inicia meses depois após os últimos acontecimentos da season finale da segunda temporada de Daredevil, e no ponto exato de onde as séries anteriores pararam. A série consegue unir as pontas deixadas nos últimos episódios das quatro séries, de uma forma sutil e nada forçada. 

The Defenders, ou Os Defensores, faz um jogo com a gente e se inicia pelo final, nos apresentando Danny, o Punho de Ferro, que foi o último a ter a sua série exibida, contando sua história. Se inicia com Danny porque ainda tá fresco na memória do telespectador. Em seguida, vemos Jessica em um de seus lugares favoritos na sua série: o bar, claro. Jessica simplesmente se tornou a dona da temporada, não tem nem o que argumentar, teve muito girl power sim. O terceiro defensor que nos é apresentando é o Luke, mostrando a sequência do que aconteceu na season finale da sua série. E por último e nem por isso menos importante, temos Matt maravilhoso e dono de um sorriso encantador Murdock sendo introduzido a trama da nova série, mostrando que não é só um excelente vigilante, mas também um ótimo advogado. Duas das coisas bacanas do início da série é que as apresentações dos quatro protagonistas são breves e passa a personalidade, o perfil e a característica de cada personagem, do que eles acreditam e do que eles estão atrás. E também a paleta de cores, mudança de filtro a cada troca de núcleo é uma das coisas mais sensacionais vistas nessa série incrível. 

Além de Charlie Cox (Matt Murdock), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Danny Rand), a série também consta em seu maravilhoso elenco nomes como Élodie Yung, Rosario Dawson, Eka Darville, Scott Glenn, Rachael Taylor, Elden Henson, Simone Missick, Deborah Ann Woll, Jessica Henwick, nomes que fazem parte do universo das séries antecessoras, e Sigourney Weaver que dá vida a personagem Alessandra, a vilã oficial da série. Wai Ching Ho também volta a série como a terrível Gao, de Daredevil e Iron Fist. 


Até o presente momento, a Netflix não anunciou uma nova temporada ou se a série já foi encerrada. Assim, a série possui uma única temporada, totalizando apenas oito episódios. MAS esperamos que seja renovada para uma nova season, porque The Defenders é um hino! 

Vale lembrar que antes de TD, cada personagem tem a sua série, então para melhor compreensão do post, é necessário conhecer as histórias dos mesmos. Quer maratona, arroba? Então pegue a pipoca, acomode-se e fique com a exata ordem em que se deve maratonar, para que não perca nenhuma referência e também não leve uma surra de spoilers: 1ª temporada de Daredevil > Jessica Jones > 2ª Temporada de Daredevil > Luke Cage > Iron Fist > e por fim The Defenders.

Você pode estar conferindo o trailer da série AQUI.

E por hoje é isso, gente. O que vocês acharam? Conta pra gente lá no Twitter. Siga-nos em nosso perfil no Instagram, também no do TV Time Show e venha discutir sobre séries com a gente. E, se possível, curta a nossa página lá no Facebook! Até breve!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Crescer

Fonte: Google/Divulgção. The a Word. 

O sonho de quase toda criança é deixar de ser criança, mas se estas soubessem o quão maravilhoso é viver em um mundo onde a maior preocupação é escolher com qual brinquedo se distrair, jamais pensariam de tal forma. 

Ao chegar à adolescência, começam todas as mudanças, o corpo muda e com ele, o mundo todo a sua volta. Começa então os sonhos, os desejos, as vontades, trazendo também muitas dificuldades, dificuldades estas que colaboram para o crescimento e desenvolvimento da pessoa. Crescer dói, crescer não é fácil, e mesmo sendo clichê, é necessário. 

Talvez o maior problema da adolescência seja esse: você não é tão maduro assim pra tomar certas decisões, mas também não é uma criança, tem juízo pra não fazer merda. 

Já no estágio adulto, você acredita que tudo tem um porquê, que são fases, porque você já passou por muita coisa ruim, então acha que isso logo vai passar também, mas ainda assim, você não consegue não se desesperar diante de alguma situação. Então você tenta evitar o inevitável, e mesmo com toda a sua experiência de vida, você ainda não entendeu que esse tipo de coisa não se pode controlar, faz parte da vida, faz parte do processo. E não há quem culpar, as coisas simplesmente acontecem. 

Seria ideal se a vida funcionasse como os sinais tipográficos, onde pudéssemos saber quando e como se deve usar o ponto final, a vírgula ou os demais personagens da língua portuguesa, por exemplo. Mas independente disso, é preferível chorar agora, sabendo que um dia vai passar, do que chorar todos os dias, cometendo o mesmo erro. Talvez crescer seja isso, podar-se, abrir mão e seguir a vida.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Amo com força: donas de alguns seriados - parte 03

Diante de tantas séries que acompanhamos, seja por empatia à personagem ou às vezes até mesmo por quem a interpreta, seja ela protagonista da série ou não, não importa! Ela irá se destacar e se tornar nossa fav. Por este motivo, listamos aqui três personagens que a gente ama e que mandam em suas respectivas séries. Você pode conferir outras listas aqui e aqui

Rachel Bloom
E logo de cara, já entrando no universo do nosso gênero favorito, vamos falar sobre a personagem de Rachel Bloom em Crazy-Ex Girlfriend, que na série vive a divertidíssima Rebecca Bunch, uma jovem advogada, no auge da sua carreira, com uma vida, ao que parece, maravilhosa, estabilizada, morando em um dos bairros mais caros de Nova York, e que deixa tudo isso pra trás, após encontrar, por acidente, sua ex paixão da adolescência. Quem nunca não é mesmo? Crazy-Ex Girlfriend é uma comédia musical da CW, com um humor de fácil compreensão, é uma série muito bem produzida, que com certeza arranca risos de quem a assiste. A série possui duas temporadas, está em hiatus e retorna, possivelmente, em outubro. 

Sandra Oh
Durante 10 temporadas, Sandra Oh deu vida a uma das melhores personagens de Grey’s Anatomy, Cristina Yang, a Deusa da Cardio e a pessoa da Meredith. Com sua frieza e sinceridade, Cristina era parte essencial que sustentava o Grey and Sloan Memorial Hospital. Cristina nunca foi uma pessoa de personalidade fácil. Focada em seu trabalho, ela evitava relacionamentos sérios, apenas vivia para profissão. E como nada dura para sempre, em 2013, Sandra, que ganhou o Globo de Ouro pela personagem em 2006, anunciou sua saída da série, fazendo com que os fãs esperassem por um fim trágico de Cristina no final da 10ª temporada, mas para a surpresa de todos, Shondanás Rhimes quebrou a tradição de matar os personagens dos atores que pedem para sair e deu um final para Cristina, deixando a porta aberta para quando ela quisesse voltar. Questionada sobre, Sandra disse que em conversa com a Shonda, disse que se voltar, teria que ser para a coisa certa. Seria nosso sonho? Pois muito que bem, a série está no final da 13ª temporada, com a 14ª encomendada para setembro. 

Ashley Johnson
Em Blindpost, Ashley Johnson, interpreta a brilhante e nerd Patterson, chefe da Unidade de Ciência Forense do FBI. Patterson é extrovertida e extremamente inteligente. Representante do mundo geek, em diversos momentos vemos a personagem referindo-se a essa cultura, é uma explosão de citações e referências. Por se tratar de uma série de drama policial, crimes e violência, a personagem de Ashley Johnson fica encarregada de dar um ar cômico durante as cenas, quebrando toda a tensão. A série acabou de ser renovada para sua terceira temporada, com o último episódio da segunda temporada previsto para ir ao ar na próxima quarta-feira (17), não havendo previsão de estreia para o terceiro ano da série. 

Uma advogada, uma cirurgiã e uma agente federal. Temos gostos peculiares, não é mesmo? Hahahaha

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Uma dose de ação: Blindspot

Depois que conhecemos How To Get Away With Murder mudamos totalmente nossa percepção e pegamos gosto por dramas criminais, dramas policiais, por mistério e afins. E horando tais gêneros, no post de hoje vamos comentar e enaltecer Blindspot, série que intriga, que questiona, que choca e que faz nossas mentes explodirem. 


Criada por Martin Gero e estrelada por Sullivan Stapleton, Jaimie Alexander, Rob Brown, Audrey Esparza, Ashley Johnson e Luke Mitchell, a série da NBC estreou em setembro de dois mil e quinze. 

Pois muito que bem, o plot que a série segue é algo bem interessante, ela se desenvolve sobre a personagem de Jaimie Alexander, Jane, uma mulher que é encontrada dentro de uma mala na Times Square, em Nova York. Completamente nua e coberta por milhares de tatuagens recentes, a jovem não sabe de onde veio e como/porque chegou a aquele lugar, sem memória alguma, não sabendo nem o próprio nome. Ela passa então a ser chamada de Jane, pois pessoas desconhecidas nos EUA são chamadas de John Doe se forem homens e Jane Doe, quando mulheres. Ao ser levada pelo FBI, uma das tatuagens da moça se destaca e desperta bastante atenção dos agentes, pois o nome de um agente da Unidade de Polícia, Kurt Weller, interpretado por Sullivan Stapleton, está tatuado nas costas de Jane.

Ao perceberem que as tatuagens de Jane, que no geral formam um mosaico, e que cada uma delas está relacionada a crimes que aconteceram e alguns que estão pra acontecer, juntando ao fato de descobrirem que Jane era agente especial da Marinha e que possui treinamento, recrutam a mesma sob custódia, colocando-a em campo para que ela possa colaborar nas investigações dos tais crimes. As tatuagens funcionam como personagens importantes, elementos que ajudam na construção narrativa do seriado.


Ainda no episodio piloto, sobre as lembranças de Jane, é mostrado por meio de flashback, a mesma se preparando para o procedimento, que ela mesma autorizou, onde é inserido em seu organismo zeta-interacting protein, droga responsável pela perda de memória de Jane. 

O ritmo da série, mais a escolha do elenco funcionam muito bem, sabe aquela série que vai melhorando a cada episódio? Então! As tramas que vão surgindo, os personagens são muito bem construídos. Como já mencionado, Jane não se lembra do seu passado, e a cada lembrança recuperada, é uma reviravolta diferente dentro da série e a gente surta, uma explosão de questionamentos e teorias. 

A série segue em sua segunda temporada, com doses certas de ação e de mistério. Até o fechamento desse post, a NBC não se manifestou sobre a renovação ou cancelamento da série. De coração esperamos que seja renovada. E mesmo sem a convicção de uma próxima temporada, recomendamos a série, porque como já foi dito, Blindspot entrega o que foi proposto. A série é tiro, porrada e bomba. Literalmente.


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Séries que você precisa conhecer

Nossa maior missão aqui no Blog é enaltecer, divulgar e apresentar séries maravilhosas aos nossos leitores. Pensando nessa missão tríplice trouxemos três séries que vocês precisam assistir. Até porque os fatos, citados nas mesmas são verídicos, e é aquele ditado: conhecimento nunca é demais.


E a primeira série, que na verdade é uma minissérie, é baseada no livro de memórias de leve Jones “When We Rise: My Life in the Movement”. A minissérie, assim como o livro, leva o nome When We Rise. A série se desenvolve sobre Cleve Jones, Roma Pauline Guy e Ken Jones. Cleve, interpretado por Austin P. McKenzie, quando jovem e Guy Pearce, quando adulto, é um jovem que ao contar ao pai que é gay, tem duas escolhas: enfrentar os tratamentos para “curar sua homossexualidade” ou sair de casa. Então Cleve se muda para São Francisco sem muitas expectativas de futuro, mas como único lugar onde poderia tentar buscar a felicidade. Roma (Emily Skeggs, quando jovem) é uma jovem de família religiosa que faz parte do movimento sufragista, e que se encontra em conflito interno, pois, durante uma missão, se apaixona por uma amiga, não conseguindo aceitar sua sexualidade e seguir sua luta em um mundo tão machista. E por fim, Ken (Jonathan Majors, quando jovem) que trabalha na marinha e precisa tomar cuidado para que não desconfiem que ele tem um relacionamento com um colega da equipe. Porém, ao ser indiretamente responsável pela morte de seu amante, se vê sem destino e sem um motivo para seguir em frente. Uma noite, ao entrar em um bar voltado ao público LGBT, Ken se encontra com Roma e Cleve pela primeira vez, e depois de criar uma amizade sincera, juntos, vão lutar pelos direitos de uma sociedade mais igual e justa para todos. A ABC simplesmente arrasou na ousadia, em deixar o preconceito e normatividade de lado, e dar espaço para qualidade e informação. PALMAS.



Outro movimento que marcou os Estados Unidos foi o caso de OJ Simpson, em meados dos anos 90. Assim como temos American Horror Story, também temos o spin-off American Crime Story, que assim como a primeira, também é uma série antológica, e que é focada em crimes que realmente aconteceram, que causaram/chocaram. A primeira temporada traz a visão do desenrolar do caso de Orenthal James "O.J." Simpson, um ex-jogador de futebol americano e ator norte-americano, que foi acusado do assassinato de sua ex-mulher, Nicole Brown, e de seu amigo, Ronald Goldman. Estrelada por Cuba Gooding Jr, Sarah Paulson, David Schwimmer, John Travolta, Courtney B. Vance e Sterling K. Brown. Sarah levou o Globo de Ouro, Emmy, Sindicatos de Atores, do Critic’s Choice e do Television Critics Association por seu incrível desempenho na série. Ainda no Emmy, Sterling K. Brown levou o prêmio como Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme e Courtney B. Vance como Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme, ainda sem mencionar que a própria série levou os prêmios como Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme e como Melhor Minissérie. E claro que uma série tão premiada seria renovada, não é mesmo? Mas como estamos falando de American Crime Story, criada e dirigida por Ryan Murphy, a série está renovadíssima até sua quarta temporada. A segunda temporada está em desenvolvimento, e focará no Furacão Katrina. A terceira temporada, contará sobre o assassinato de Gianni Versace e a quarta temporada sobre o escândalo entre o presidente Bill Clinton e Monica Lewisnky.



Quem acompanha séries como a gente, sabe quem é Ryan Murphy, sabe que ele é talentosíssimo e o quanto o mesmo gosta de ousar e causar. O criador de Glee, não contente em assombrar com as histórias macabras de American Horror Story e de Scream Queens, trazer novamente toda uma polêmica com as histórias em American Crime Story, o escritor, jornalista e produtor deu vida a outro projeto, outra série antológica. Feud traz grandes batalhas de egos entre personalidades distintas, porém que tiveram algo em comum: a atenção exagerada da mídia. “Feud: Bette and Joan” é o título e tema da primeira temporada, que é centrada na inimizade entre Bette Davis e Joan Crawford, que tomou proporções gigantescas durante as filmagens do clássico filme “O que terá acontecido a Baby Jane?”. A ideia em produzir este tema na atual temporada, que primeiramente seria um filme, nasceu no momento em que Murphy teve oportunidade de entrevistar Bette Davis meses antes de sua morte, em 1989, quando a atriz revelou o quanto odiava Joan Crawford, mas admitia o quanto a admirava por conta de seu profissionalismo. Feud entregou no último domingo (23) um episódio emocionante como season finale. Jessica Lange, como Joan, e Susan Sarandon, como Bette, simplesmente arrasaram, deram um show de atuação. A série foi renovada antes mesmo da estréia, porque assim como a gente, em Ryan Murphy a FOX confia! A segunda temporada terá como pauta o divórcio da Princesa Diana. #SOEXCITING!


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Aquela série vibes e tal: Riverdale

Depois de 13 Reasons Why e com Pretty Little Liars e Teen Wolf chegando ao fim, nós que somos os melhores adolescentes que vocês respeitam, não ficaríamos sem uma boa série teen pra acompanhar, não é mesmo? E Riverdale é um prato cheio, possuindo todos os clichês que compõem esse tipo de série. 

Brincadeiras à parte, no post do hoje vamos explorar o que se passa, sem muitos spoilers, na nova série teen da CW, que mesmo sendo uma adaptação dos quadrinhos “A turma do Archie” da Archie Comics, lançados lá nos anos sessenta, não segue fielmente a HQ, logo que na série temos personagens abertamente gays, bullying, problemas familiares, ou seja, assuntos que jamais seriam abordados na década da obra original. Os tempos eram outros.


O elenco da serie é composto por nomes como KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Trevor Stines, Casey Cott, Luke Perry, Marisol Nichols e Mädchen Amick. A série é escrita pelo chefe criativo da Archie Comics, Roberto Aguirre-Sacasa, e é produzida por Greg Berlanti, que sempre arrasa ao levar a historia das HQ pra TV, por exemplo, todas as séries da CW que se passam no universo DC.

A série estreou em vinte e seis de janeiro de dois mil e dezessete, e como já mencionado, traz personagens clássicos dos quadrinhos americanos, “A turma do Archie” seria “A Turma da Mônica” para os americanos, deu pra entender? Pois muito que bem, a história se inicia com o personagem Jason Blossom, interpretado por Trevor Stines, que após um passeio matinal de barco com sua irmã gêmea, Cheryl (Madelaine Petsch), misteriosamente desaparece, e fica aquele mistério: será que ele morreu? Será que ele fugiu? E depois de todo esse mistério/drama, os outros personagens nos são apresentados.

Nos primeiros minutos da série conhecemos o protagonista Archie, interpretado por KJ Apa, um garoto que está no auge do ensino médio, faz parte do time de futebol americano, e após as férias de verão bastante intensa começa a se questionar sobre suas escolhas, aparecendo totalmente mudado, fisicamente e interiormente. Em seguida conhecemos Betty (Lili Reinhart), a garota perfeita, que tira boas notas, participa de todos os clubes do colégio e totalmente obediente aos pais. Logo depois somos apresentados à Veronica (Camila Mendes), personagem forasteira que acabou de chegar à cidade de Riverdale, se tornando amiga da Betty e formando o triângulo amoroso, pois as duas se interessam pelo personagem de KJ. Pra dar aquela dose de drama que a gente adora. Ou seja, a série é toda estereotipada, tem a abelha rainha, que no caso é a implacável e cruel Cheryl Blosson, que é a típica e clichê líder de torcida bitch, tem os meninos populares do time de futebol, como Archie e o falecido Jason, tem os nerds impopulares que se isolam, como a Betty e o Jughead (Cole Sprouse), ex-melhor amigo de Archie, e tem os gays assumidos e enrustidos, como o Kevin (Casey Cott), melhor amigo da Betty e o Moose (Cody Kearsley), aqueles clichês que a gente gosta e acompanha. 

“Nossa história é sobre uma cidade, uma pequena cidade e todas as pessoas que vivem nela. De longe, é como todas as outras cidades ao redor do mundo. Segura, decente, inocente. Porém, chegue mais perto e começará a ver o que está escondido nas sombras. O nome da nossa cidade é Riverdale.” – Jughead 



O plot principal da série, ou ao menos da temporada, é o assassinato de Jason Blossom, porque ao que parece o mesmo não era muita pessoa muito boa, ele era um bad boy, somado ao fato de que família Blossom é uma família com vários inimigos em Riverdale, ou seja, qualquer pessoa pode ser suspeita de ter matado Jason, tornando os mistérios dos personagens pontos de ligação, prendendo a atenção dos telespectadores, criando supostas teorias, como em Pretty Little Liars. Quem nunca fez teorias de PLL, né?

Por se tratar de uma série voltada ao publico teen, diferente da maioria das séries da CW, Riverdale não aborda a temática sobrenatural, como The Vampire Diaries e Supernatural, e também não se passa no universo dos super-heróis, como por exemplo, ArrowThe FlashSupergirl e Legends of Tomorrow, tendo apenas como clímax os mistérios e dramas que compõem a série, sendo um entretenimento leve, vibes e tal. 


A série foi renovada para sua segunda temporada, e você pode estar conferindo o trailer da mesma aqui.


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Séries que não entendemos um pouco direito

Sabe aquela série que todo mundo comenta, que tem vários pontos na audiência, que o roteiro é poderosíssimo como a espada de um samurai, mas que por algum motivo, parafraseando a rainha e dona da internet brasileira, Inês Brasil, a gente não entendeu um pouco direito? Aquela que seja no meio ou no final da temporada, que as coisas vão se esclarecendo em nossa mente – ou não, acontece. Pois muito que bem, no post de hoje iremos compartilhar três séries, sem muitos spoilers, da atualidade, muito bem produzidas e com seus contextos de alta complexidade, séries que são uma mistura de "não entendi" com "quero mais". 


E se é pra falar de série que a gente gosta, mas que custou a entendermos, não poderíamos deixar de fora a nova aposta de ficção científica da Netflix: The OA. A série se desenvolve sobre a vida de Prairie, interpretada por Brit Marling, uma moça com deficiência visual que estava desaparecida há um tempo, e que após ter um vídeo vazado na internet volta para casa, misteriosamente enxergando. Praire se auto intitula como OA, e após recusar contar o que aconteceu durante os anos que esteve fora, como recuperou sua visão, conhece uma galera, e monta uma equipe de cinco moradores da cidade, com quem ela se abre e aos poucos vai revelando e explicando tudo o que aconteceu, por fim pedindo ajuda e os treinando, para que juntos possam atrás de outras pessoas que também estão desaparecidas. O elenco da série conta com nomes como Emory Cohen, Phylliss Smith, Patrick Gibson, Brandon Perea, Brendan Meyer, Ian Alexander e Jason Isaacs. A série estreou em dezembro de dois mil e dezesseis, e foi renovada no dia oito de fevereiro desse ano. 



Outra série que nos fez pensar bastante é estrelada por um brasileiro: Rodrigo Santoro, o que já um dos motivos pra gente assistir e indicar, né? Além do brasileiro, a série da HBO, outro motivo pra assistir, tem em seu elenco Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood, Thandie Newton, James Marsden e Ed Harris. Westworld se desenvolve em um parque temático para adultos, simulando o Velho Oeste, onde os visitantes, os humanos, podem interagir com os androides, os anfitriões, tecnologicamente avançados. Os visitantes podem interagir com os anfitriões da forma que quiserem. Com um plot twist bastante diferente do que estamos acostumados a assistir, a série desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy estreou em outubro de dois mil e dezesseis e é baseada no filme homônimo de mil novecentos e setenta e três. Westworld vem sendo muito bem elogiada devido a sua audiência, em especial por seu figurino, sua história e por sua temática. A série foi renovada em novembro de dois mil e dezesseis, com a segunda temporada prevista para estrear em dois mil e dezoito. 



Depois de assistir tanta série do universo DC, a gente precisava dar um espaço pra uma da Marvel, até mesmo pelo reboliço que a nova série da FX vinha causando na internet, antes mesmo de sua estreia. Fugindo totalmente das propostas das séries da Marvel, de heróis e tudo mais, Legion acompanha a vida de David, interpretado por Dan Stevens, filho do professor Charles Xavier, do X-Men. David é um jovem perturbado, paciente de uma instituição psiquiátrica, diagnosticado com esquizofrenia. Em grande parte, quase todos os episódios são confusos, justamente por estarmos vendo pela percepção do protagonista, o que no geral é uma bagunça, o que confunde ainda mais a cabeça do telespectador. Não é uma série que a gente recomenda assistir quando se estiver com sono. Por mais confusa que seja, Legion prende a atenção dos telespectadores, seja por sua história, pela atuação do elenco ou por seus efeitos visuais. Tanto que a serie criada por Noah Hawley estreou em fevereiro e foi renovada um mês depois da sua estreia. Além de Stevens, consta no elenco da série nomes como Rachel Keller, Aubrey Plaza, Bill Irwin, Jeremie Harris, Amber Midthunder, Katie Aselton e Jean Smart.


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Não seja um porquê: 13 Reasons Why

Ultimamente a gente vem se policiado e notamos que estamos assistindo e falando sobre diversas séries voltadas ao público teen. E por mais clichê que pareça, a fase da adolescência pode ser a mais complexa, a mais tensa na vida de muitas pessoas. Seja por falta de amigos, questões sobre sexualidade, problemas com os pais, pressões na escola e os mais variados desafios da adolescência. Ou seja, todo e qualquer acontecimento pode chegar a tomar proporções gigantescas nessa fase, seja ele bom ou ruim. E 13 Reasons Why, a nova série da Netflix, cumpre o papel de entregar todos esses terríveis clichês da era adolescente. 

Hannah Baker
No post de hoje, vamos compartilhar, sem spoilers, uma série, que diferente do que estamos acostumados, tem como pauta um assunto muito sério: suicídio, depressão, ansiedade, homofobia, todos os assuntos que precisam ser falados, precisam ser abordados. É uma série adolescente, mas que precisa ser assistida por todas as pessoas.

Com nomes como os de Katherine Langford, Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer como Alex Standall, Derek Luke e Kate Walsh, 13 Reasons Why, com apenas uma semana de estreia, com pouco tempo de exibição, a série da maior provedora global do mundo já conquistou uma legião de fãs e faz sucesso nas redes sociais e fora dela. 

13 Reasons Why é uma série homônima baseada no romance escrito em 2007 por Jay Asher, foi adaptada por Brian Yorkey e Diana Son, e desenvolve-se sobre a história de dois personagens: Hannah Baker e Clay Jensen. A série se passa em duas marcas temporais, passado e presente, tendo assim duas percepções. Hannah, interpretada por Katherine Langford, é uma jovem que está no auge do ensino médio, que devido ao bullying que vinha sofrendo pelos amigos, comete suicídio, deixando sete fitas cassetes, numerando treze motivos, cada qual em um lado, do porquê de ter tirado a própria vida. Já Clay, interpretado por Dylan Minnette, é o típico estudante tímido, introvertido, melancólico e com poucos amigos. Clay era apaixonado por Hannah, e é uma das pessoas a quem ela deixa as fitas. O personagem deve escutá-las e passá-las adiante ou elas se tornarão públicas. E os treze motivos, os treze porquês, são nada mais nada menos que treze pessoas. A temporada possui treze episódios, contando a cada episodio um lado das fitas e das respectivas pessoas. 

Clay Jensen e Hannah Baker
É interessante mencionar que no início da temporada, nos primeiros episódios, Hannah mostra ser uma personagem empoderada, badass, mostrando todo o conceito de que pessoas duronas se escondem atrás, mascaram suas verdadeiras emoções e sentimentos. Outro fator interessante é que em determinado momento, descobrimos que Clay já teve ajuda psicológica e que precisa se medicar, mas isso não foi muito explorado na primeira temporada.

Por todos os ângulos que se olhe a série acertou em cheio, seja no roteiro, na trilha sonora, a fotografia e escolha de elenco, tudo funcionou muito bem, a forma que a historia foi contada, alternando as cenas entre passado e presente. Sério, Netflix. Você arrasou! E olha, nós não lemos o livro ainda, não sabemos ao certo o que vai acontecer. Mas queremos a segunda temporada pra ontem. Inclusive, questionadas diante de tamanha comoção do público, Selena Gomez, uma das produtoras da série e Katherine Langford, a Hannah, ambas concordam sobre possível segunda temporada, e dizem há muita coisa a ser contada ainda. Então vamos providenciar isso, né Netflix?! Agradecido.

Uma pesquisa realizada pelo IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde, no ano de dois mil e treze, revela que 7,2% dos jovens sofrem bullying e 20,8% praticam o ato contra colegas, ou seja, um em cada cinco adolescentes praticam bullying no Brasil. Em abril do ano passado, o Senado aprovou um projeto de lei, que estabelece o dia 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas. A escolha da data para a celebração foi feita em memória às vítimas de uma chacina em uma escola no Rio de Janeiro.

Você pode estar assistindo o trailer da série aqui.

Voltando a 13RW, não é uma série divertida, não é uma série engraçada, não é uma série romântica, não é uma série aonde você vai shippar casais, é uma série triste, uma série horrível, com um assunto perturbador, mas um assunto que precisava ser abordado. É uma série que nos faz refletir, que mostra o que uma palavra, um gesto pode causar em algumas pessoas, ter empatia e não ser um porquê. É uma série angustiante de se maratonar, porque ela vai tocar quem já sofreu e/ou praticou o bullying, ou que conheça alguém que já tenha passado por isso. Muitas pessoas devem ter se identificado com a Hannah, mas a maioria delas, com toda certeza, devem ter se identificado com os motivos, sendo um dos 13. E como já mencionado, a série não faz sucesso apenas nas redes sociais, mas também fora dela, na vida real. Conscientizando e alertando o telespectador. Então, obrigado, Netflix, por tratar de um assunto tão sério de forma tão linda e emocionante. #NaoSejaUmPorque



sexta-feira, 31 de março de 2017

I bring me: Star

Durante todo o mês de março, nós falamos sobre o nosso gênero favorito de série: musical, compartilhando algumas das nossas séries favoritas que abordam tal gênero. E depois de comentarmos sobre Crazy ex-Girfriend, Empire, Glee, o crossover de Supergirl e Flash, por último e nem menos importante, temos uma nova série em pauta, porque a vida não é feita só de clássicos e renovar é preciso, né mores? Star, série criada por Lee Daniels, é a nova dramédia da FOX, uma mistura Glee e Empire. Um musical mais do gueto, mais pesado, bem nigga. E é aquilo: a FOX sempre arrasa nos musicais e a gente ama! 


E falando nela, como Empire estava em seu winter break, Star veio como nova aposta da emissora para ficar em seu lugar. Assim como Empire, o novo musical da sid season, é uma junção dos gêneros: comédia, musical e drama. Inclusive, Lee Daniels garantiu que Star terá um crossover com Empire. Pode entrar, Cookie Lyon! #SOEXCITING!

Estrelada por Jude Demorest, Brittany O’Grady, Ryan Destiny, Benjamin Bratt e Queen Latifah, a série conta a vida de Star, uma jovem que teve uma infância difícil, após ter perdido a mãe, Mary (Caroline Vreeland), vítima de uma overdose, passa por diversas famílias adotivas, por conta de sua personalidade, temperamento explosivo e por suas atitudes. Assim que completa maioridade, a mesma vai atrás de sua irmã mais nova, Simone (Brittany O’Grady), que também se encontra no Sistema de Adoção dos EUA. E a série não hesita em mostrar o quanto esse sistema é falho, podre e sujo. Joga na cara mesmo!

Antes de ir à busca da irmã, Star conhece, por meio das redes sociais, Alex (Ryan Destiny), que juntas descobrem uma paixão em comum: a música. Alex é filha de um produtor musical/cantor muito influente na black music, mas por motivo de o mesmo ser arrogante e prepotente, Alex quer ser independente, fazer sua própria carreira musical, por isso não fala sobre o pai com a amiga. Então Star comenta que Simone também canta, e que juntas poderiam formar um grupo poderosíssimo como a espada de um samurai. E assim aconteceu, as três fogem para Atlanta e são acolhidas por Carlotta, interpretada por Queen Latifah, que fazia dupla com a mãe de Star e Simone, quando jovens. Carlotta é madrinha das meninas.

E como Carlotta sabe como funciona, principalmente sobre os perigos da fama, ela se mostra irredutivelmente contra as meninas entrar no ramo musical, irem pelo mesmo caminho que Mary e ela foram. Ainda mais quando o descobre que o produtor das meninas é Jahil Rivera (Benjamin Bratt), que também foi seu produtor e ex namorado no passado. Mas como uma boa dose de drama nunca é demais, as meninas passam por cima de tudo e de todos para irem em busca de seus sonhos, e claro que isso vai dar muita treta.


Outra personagem que a gente adorou, e que roubou cena é a filha da Carlotta, Cotton, que é interpretada por Amiyah Scott, que na série vive uma mulher transgênero, que passa a temporada toda lutando contra o preconceito, ser aceita pela mãe (por conta da religião da mesma) e por sua cirurgia de transição. A cada episódio é mostrado um pouco mais da história de Cotton e seu relacionamento com Carlotta. A diversidade, inclusão e ousadia da série é maravilhosa. 

Você pode estar assistindo o trailer da série aqui.

As músicas de Star seguem o mesmo caminho das músicas de Empire, Pop, R&B. Esperamos que assim como Empire e Glee, Star disponibilize toda a sua trilha sonora. Seja pra ralar a raba no chão ou até mesmo morrer de tanto chorar, o fato é: queremos essas músicas pra ontem! 

Muitos chegam a afirmar que Star é um spin-off de Empire, talvez pelo fato das narrativas serem parecidas e assinadas pelo mesmo produtor. Star exibiu seu episódio final no último dia quinze, e no dia vinte e dois de fevereiro a mesma foi renovada para sua segunda temporada. E Empire voltou do seu hiatus dia vinte e dois deste mês, com o episódio “Sound and Fury” (3x10). Como foi falado no inicio desse post, vai ter crossover entre as duas séries, ter Taraji P. Henson e Queen Latifah atuando juntas vai ser maravilhoso. Ainda sem mencionar o fato de Star e Cookie, duas barraqueiras em cena. Sentimos cheiro de lacre, será o início de uma amizade sincera? Tomara!!!


"Faço o possível para escrever por acaso. Eu quero que a frase aconteça. Não sei expressar-me por palavras. O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio. Expressar-me por meio de palavras é um desafio. Mas não correspondo à altura do desafio. Saem pobres palavras." Clarice Lispector